A temática do atualismo! Embora seja de mais de uma década atrás, o tema desta música de Nilson Chaves, composição de Luiz Fontana, não deixa de estar presente no dia-a-dia.
Tango Amazônico
Cantor: Nilson Chaves
Compositor: Luiz Fontana
Desde os tempos da Isabel
Já tinha índios abafando no inglês
Nossa Amazônia transformada em cartel
Nossa madeira na borracha e no papel
Do Tupi do Guarani
Só restou o Raoni
E um LP de rock'n roll
Que o Sting lhe deixou
Pelos tempos que passou
Nessas terras de Cabral
Tão roubando pra xuxu
Bem por debaixo do bigode do Sarney
E muita gente que se diz Caramuru
Tá na verdade construindo o Norte-Sul
Pelo bem da economia
Vão fazendo a ferrovia
E serrando nosso pau
Compensando a ecologia
Chico Mendes vira samba
Concorrendo ao Carnaval
Intercede o americano
E o mundo inteiro preocupadocom o País
A Xuxa no poder, Brizola sem saber
Pois nesta terra tudo pode acontecer
Se queima a gasolina, engana a malha fina
e a Rede Globo vai pegando pra valer...
E nas águas do plim-plim
Eu me transformo num herói tupiniquim.
Tira mão do meu terreiro
Esta eu vi primeiro
Tá provado pelo mapa
Teu buraco é mais em cima
Sai pra lá não se aproxima
Pois eu vou contar pro Papa.
Amazônia é minha e ninguém tasca
Não enche o saco vai cuidar do teu Alasca
Isso não se faz onde já se viu
O Tio Sam tirando casca do Brasil.
Isso não se faz onde já se viu
O Tio Sam que vá pra...
Olé!
Ouça aqui a música:
sexta-feira, 5 de junho de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Carimbó

A mais extraordinária manifestação de criatividade artística do povo paraense foi criada pelos índios Tupinambá que, segundo os historiadores, eram dotados de um senso artístico invulgar, chegando a ser considerados, nas tribos, como verdadeiros semi-deuses. O nome carimbó aplica-se tanto a dança como a música.
Inicialmente, segundo tudo indica, a "Dança do Carimbó" era apresentada num andamento monótono, como acontece com a grande maioria das danças indígenas. Quando os escravos africanos tomaram contato com essa manifestação artística dos Tupinambá começaram a aperfeiçoar a dança, iniciando pelo andamento que, de monótono, passou a vibrar como uma espécie de variante do batuque africano.
Nos anos 60 e 70, adicionaram-se ao carimbó instrumentos elétricos (como guitarras) e passou de uma dança tradicional para um ritmo moderno, influenciando a lambada e o zouk. Na forma tradicional, é acompanhada por tambores feitos com troncos de árvores. Aos tambores se dá o nome de "curimbó", uma corruptela da palavra Carimbó. Costumam estar presentes também os maracás. Hoje em dia os instrumentos que acompanham o Carimbó são: reco-reco, violá, ganzá, banjo, duas maracás e flauta. A união desses instrumentos deu à música do carimbó um ritmo único, envolvente e extremamente sensual.

A dança é apresentada em pares. Começa com duas fileiras de homens e mulheres com a frente voltada para o centro. Quando a música inicia os homens vão em direção às mulheres, diante das quais batem palmas como uma espécie de convite para a dança. Imediatamente os pares se formam, girando continuamente em torno de si mesmo, ao mesmo tempo formando um grande círculo que gira em sentido contrário ao ponteiro do relógio. Nesta parte observa-se a influência indígena, quando os dançarinos fazem alguns movimentos com o corpo curvado para frente, sempre puxando-o com um pé na frente, marcando acentuadamente o ritmo vibrante. As mulheres, cheias de encantos, costumam tirar graça com seus companheiros segurando a barra da saia, esperando o momento em que os seus cavalheiros estejam distraídos para atirar-lhes no rosto esta parte da indumentária feminina. O fato sempre provoca gritos e gargalhadas nos outros dançadores. O cavalheiro que é vaiado pelos seus próprios companheiros é forçado a abandonar o local da dança. Em determinado momento da "dança do carimbó" vai para o centro um casal de dançadores para a execução da famosa dança do peru, ou "Peru de Atalaia", onde o cavalheiro é forçado a apanhar, apenas com a boca, um lenço que sua companheira estende no chão. Caso o cavalheiro não consiga executar tal proeza sua companheira atira- lhe a barra da saia no rosto e, debaixo de vaias dos demais, ele é forçado a abandonar a dança. Caso consiga é aplaudido.
Os trajes da dança Carimbó são os seguintes: homens com blusas lisas ou estampadas sobre calças lisas; lenço no pescoço, chapéu de palha, dançam descalços. Mulheres usam blusas que deixam ombros e barriga à mostra, muitos colares e pulseiras feitos de sementes da região e saias rodadas ou franzidas coloridas ou estampadas, uma influência das danças do Caribe, de origem negra. Usam também, flores ou arranjos na cabeça e vários enfeites ao gosto das dançarinas. Também dançam descalças.
Até o Príncipe Charles não resistiu ao ritmo do Carimbó. A imagem foi registrada durante sua visita à Floresta Nacional do Tapajós em Santarém.

Fonte: Wikipedia
Ouça uns carimbós aqui:
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Fotos da Enchente em Santarém
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domingo, 24 de maio de 2009
Antes e Depois: Orla de Alter do Chão
A nova orla de Alter do Chão deu uma nova cara à vila balneária, com obras de iluminação pública, pavimentação, construção de praça, quiosque, calçamento e paisagismo. As obras de revitalização da orla de foram executadas pelo Governo do Estado, através da Secretaria Executiva de Desenvolvimento Urbano e Regional (Sedurb), e faz parte do Programa Pará Urbe, financiado com recursos do governo do Estado e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Podemos observar nas imagens do antes (esquerda) e depois (direita).
| ANTES (INÍCIO DA DÉCADA DE 90) | DEPOIS (2008) |
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quinta-feira, 21 de maio de 2009
Alter do Chão

Alter-do-Chão (imagem acima) é uma vila do município de Santarém, Estado do Pará, sendo um balneário muito procurado por turistas que visitam a Amazônia brasileira. Assim como outros lugares do Estado, deve seu nome a uma vila portuguesa chamada Alter do Chão. A história da vila de Alter do Chão tem suas origens a partir da colonização dos índios Boraris, os primeiros habitantes da região. É banhada pelo rio Tapajós e, durante a época de estiagem, surge um deslumbrante cenário de praias de areias finas com águas límpidas e transparentes. Recentemente foi eleita uma das melhores praias do Brasil, pelo jornal inglês The Guardian. Durante a seca, surge uma faixa de areia em frente a vila, que acabou sendo chamada de "Ilha do Amor". Na "Ilha do Amor" montam-se vários bares para servir os turistas, que atravessam o rio por meio de pequenas canoas, conhecidas por catraias. O nascer e o pôr-do-sol são magníficos espetáculos da natureza em Alter-do-Chão'. A seguir temos a imagem da Ilha e das catraias atravessando os turistas.

A seguir um vídeo que fala mais sobre essa vila balneária:
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quarta-feira, 20 de maio de 2009
Feira Santarena
Composição: Emir Bemerguy e Wilson Fonseca
Minha terra tem patchuli
Que perfuma o ar e a cunhantã.
Bolas sei fazer de sernambi
E farinha? Só "Cucurunã"!
Eis aí por que te quero bem,
Flor do Tapajós, ó Santarém!
Coisas como nós ninguém as tem,
Nem bonecas como tal perfeição.
E a cerâmica de Santarém?
Tudo é lavor de artesão.
Eis aí por que te quero bem,
Flor do Tapajós, ó Santarém!
Pelo São João tem boi-bumbá,
Brinca-se ao redor do fogaréu.
Há canjica, sim, e tarubá.
Olha o meu balão subindo ao céu.
Eis aí por que te quero bem,
Flor do Tapajós, ó Santarém!
Temos açaí, maracujá,
Manga, muruci, abiu, caju,
Piquiá, marí, taperebá,
Ata, sapoti, cupuaçu.
Eis aí por que te quero bem,
Flor do Tapajós, ó Santarém!
O que vou dizer do pajurá
Fruta boa que só existe aqui,
E da especial curimatá,
Peixe inda melhor que o tambaqui?
Eis aí por que te quero bem,
Flor do Tapajós, ó Santarém!
Ó gigante azul, meu Tapajós!
Amazonas, és fenomenal.
Cobra Grande vai boiar feroz:
Ninguém deve ir lá no aningal.
Eis aí por que te quero bem,
Flor do Tapajós, ó Santarém!
Pra dar sorte, hein? Muiraquitã!
Eu já comprei um e tenho fé.
E se diz também que é talismã
Ver o Uirapuru. Não sei se é.
Eis aí por que te quero bem,
Flor do Tapajós, ó Santarém!
Boto grande eu vi matar de arpão,
Mas o principal soube depois:
Olho dele é bom, é sensação
Pra atrair mulher... Me arruma dois!
Eis aí por que te quero bem,
Flor do Tapajós, ó Santarém!
Se você estiver com bem calor.
Pode conseguir, pra se abanar,
Ventarolas mil, de toda cor!
Venha a Santarém, pois vai gostar!
Eis aí por que te quero bem,
Flor do Tapajós, ó Santarém!
A seguir você pode ouvir a faixa 13 do CD Sinfonia Amazônica 2 da Orquestra Jovem Wilson Fonseca.
Minha terra tem patchuli
Que perfuma o ar e a cunhantã.
Bolas sei fazer de sernambi
E farinha? Só "Cucurunã"!
Eis aí por que te quero bem,
Flor do Tapajós, ó Santarém!
Coisas como nós ninguém as tem,
Nem bonecas como tal perfeição.
E a cerâmica de Santarém?
Tudo é lavor de artesão.
Eis aí por que te quero bem,
Flor do Tapajós, ó Santarém!
Pelo São João tem boi-bumbá,
Brinca-se ao redor do fogaréu.
Há canjica, sim, e tarubá.
Olha o meu balão subindo ao céu.
Eis aí por que te quero bem,
Flor do Tapajós, ó Santarém!
Temos açaí, maracujá,
Manga, muruci, abiu, caju,
Piquiá, marí, taperebá,
Ata, sapoti, cupuaçu.
Eis aí por que te quero bem,
Flor do Tapajós, ó Santarém!
O que vou dizer do pajurá
Fruta boa que só existe aqui,
E da especial curimatá,
Peixe inda melhor que o tambaqui?
Eis aí por que te quero bem,
Flor do Tapajós, ó Santarém!
Ó gigante azul, meu Tapajós!
Amazonas, és fenomenal.
Cobra Grande vai boiar feroz:
Ninguém deve ir lá no aningal.
Eis aí por que te quero bem,
Flor do Tapajós, ó Santarém!
Pra dar sorte, hein? Muiraquitã!
Eu já comprei um e tenho fé.
E se diz também que é talismã
Ver o Uirapuru. Não sei se é.
Eis aí por que te quero bem,
Flor do Tapajós, ó Santarém!
Boto grande eu vi matar de arpão,
Mas o principal soube depois:
Olho dele é bom, é sensação
Pra atrair mulher... Me arruma dois!
Eis aí por que te quero bem,
Flor do Tapajós, ó Santarém!
Se você estiver com bem calor.
Pode conseguir, pra se abanar,
Ventarolas mil, de toda cor!
Venha a Santarém, pois vai gostar!
Eis aí por que te quero bem,
Flor do Tapajós, ó Santarém!
A seguir você pode ouvir a faixa 13 do CD Sinfonia Amazônica 2 da Orquestra Jovem Wilson Fonseca.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Sebastião Tapajós

Sebastião Tapajós, nascido em 16 de abril de 1944, natural de Santarém (PA), é um dos instrumentistas brasileiros mais conhecidos no exterior. Começou a tocar violão aos 9 anos, com o pai. Mais tarde mudou-se para Belém (PA), onde se aprofundou no estudo do instrumento. Em 1964 partiu para Portugal, onde foi aluno do Conservatório Nacional de Música de Lisboa. Estudou também na Espanha no Instituto de Cultura Hispânica de Madrid. Atuou vários anos como concertista na Europa.
De volta ao Brasil, radicou-se no Rio de Janeiro e passou a pesquisar ritmos e sons brasileiros, populares e folclóricos. Não abandonou, entretanto, a carreira de concertista, tocando com orquestras sinfônicas. Bastante popular no exterior, Sebastião Tapajós é hoje um músico consagrado na Europa, onde é considerado um dos violonistas mais criativos e originais, seu estilo de tocar é vigoroso e incisivo, e o som que ele tira do violão é cheio e encorpado. Gosta de utilizar variações de timbre e efeitos sofisticados. Se apresentou um sem-número de vezes durante as últimas décadas. Já lançou mais de cinqüenta discos no Brasil e exterior e acompanhou vários artistas, como Hermeto Pascoal, Gery Mulligan, Oscar Peterson, Zimbo Trio, Waldir Azevedo, Paulo Moura, Sivuca, Gerry Mulligan, Astor Piazzolla, Paquito D’Rivera, Maurício Einhorn, Joel do Bandolim, Nilson Chaves e muitos outros.
Seu disco "Guitarra Criolla", de 1982, ganhou diversos prêmios na Europa. Em 1997 registrou em disco sua parceria com Gilson Peranzzetta, no CD "Afinidades". Em 1998 compôs a trilha sonora do longa-metragem paraense Lendas Amazônicas. Mais informações sobre discos lançados pelo autor: Clique Music, Loronix, Wikipedia, Allmusic e BrasilMusik.
FONTE: Clique Music e Wikipedia
A seguir alguns vídeos exibindo performances de Sebastião Tapajós.
Aquerela do Brasil:
Sebastião Tapajós e Gilson Peranzeta - Ponte
Sebastião Tapajós no programa Senhor Brasil da TV Cultura.
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música
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Da minha terra
Essa música fala tudo o que sente aquela pessoa que está se aventurando pelo mundo a fora e sente muita falta da "terrinha".
Da minha terra
Nilson Chaves
Composição: (Nilson Chaves e Jamil Damous)
Te trago da minha terra
O que ela tem de melhor
Um doce de bacuri
Um curió cantador
Trago da minha cidade
Tudo o que lá deixei
Dentro do bolso a saudade
E na mala o que sei
E eu sei tão pouco menina
Desse planeta azul
Sei por exemplo que o norte
Fica pros lados do sul
Sei que o Rio de Janeiro
Deságua em Turiaçú
Sei que você é pra mim
O que o ar é pro urubu
Te trago da minha terra
O que ela tem de melhor
Tigela de açaí
Bumba-meu-boi dançador
Trago da minha cidade
Tudo o que lá deixei
Numa das mãos a vontade
E na outra o que sonhei
E eu sonhei tanto menina
Londres, Estocolmo, Stambul
Sonhei New York, Caracas
Roma, Paris e Seul
Mas hoje o Rio de Janeiro
Ainda é Turiaçú
Só você pra mim já é
Leste, Oeste, Norte, Sul
A seguir o vídeo da música "Da Minha Terra", de Nilson Chaves e Jamil Damous, que é faixa do DVD "Gente da mesma floresta", gravado em abril/2006 no Itaú Cultural (SP).
Para comprar o DVD: http://www.ladodedentro.com.br
Músicos acompanhantes: Trio Manari, Aderlbert Carneiro, David Amorim e Esdras de Souza.
Da minha terra
Nilson Chaves
Composição: (Nilson Chaves e Jamil Damous)
Te trago da minha terra
O que ela tem de melhor
Um doce de bacuri
Um curió cantador
Trago da minha cidade
Tudo o que lá deixei
Dentro do bolso a saudade
E na mala o que sei
E eu sei tão pouco menina
Desse planeta azul
Sei por exemplo que o norte
Fica pros lados do sul
Sei que o Rio de Janeiro
Deságua em Turiaçú
Sei que você é pra mim
O que o ar é pro urubu
Te trago da minha terra
O que ela tem de melhor
Tigela de açaí
Bumba-meu-boi dançador
Trago da minha cidade
Tudo o que lá deixei
Numa das mãos a vontade
E na outra o que sonhei
E eu sonhei tanto menina
Londres, Estocolmo, Stambul
Sonhei New York, Caracas
Roma, Paris e Seul
Mas hoje o Rio de Janeiro
Ainda é Turiaçú
Só você pra mim já é
Leste, Oeste, Norte, Sul
A seguir o vídeo da música "Da Minha Terra", de Nilson Chaves e Jamil Damous, que é faixa do DVD "Gente da mesma floresta", gravado em abril/2006 no Itaú Cultural (SP).
Para comprar o DVD: http://www.ladodedentro.com.br
Músicos acompanhantes: Trio Manari, Aderlbert Carneiro, David Amorim e Esdras de Souza.
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sábado, 9 de maio de 2009
SBT Reporter: Santarém
O vídeo na íntegra pode ser assistido no sítio do programa (http://www.sbt.com.br/sbtreporter/).
A seguir você pode assistir ao mesmo vídeo, dividido em 6 partes.
Parte 1:
Parte 2:
Parte 3:
Parte 4:
Parte 5:
Parte 6:
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terça-feira, 19 de agosto de 2008
Hino do município de Santarém
O Hino Municipal de Santarém teve sua letra produzida por Paulo Rodrigues dos Santos em 1948 e sua música original, de Wilson Fonseca, data de 1941. O hino foi oficializado pela Lei Municipal nº 245/71, de 23 de outubro de 1971. Conforme afirma Vicente Fonseca, as primeiras palavras do hino, aliás, aproveitadas pelo Poeta Paulo Rodrigues dos Santos, são de autoria de Wilson Fonseca: "Santarém do meu coração", que revela o seu amor pela Pérola do Tapajós, reafirmado em tantas outras composições, verdadeiros clássicos do cancioneiro santareno, algumas consideradas hinos sentimentais da terra querida, com o caso das músicas Canção da Minha Saudade e Minha Terra Querida.
Letra: Paulo Rodrigues dos Santos (1948)
Música: Wilson Fonseca (1941)
Santarém do meu coração!
Terra mimosa, de paz e de sonhos de amor.
Santarém do meu coração!
Lindo jardim, vivaz canteiro do Céu todo em flor.
Santarém, princesa da luz,
De praias alvas e campinas verdes, rio de anil,
Onde flutuam iáras mil,
Loucas, ao léu na onda azul.
Santarém, meu jardim, meu Pará, Meu Brasil.
Flor das margens virentes,
Formosas, ridentes,
Do meu Tapajós azul
- Azul como o Céu -
Quero cantar meu torrão, Santarém,
Terra de encantos, de amor e de luz,
Onde o Cruzeiro sem véu
Espelha a sombra da Cruz
No Céu.
O player a seguir possibilita-os ouvir o Hino de Santarém conduzido pela Orquestra Jovem Wilson Fonseca sob a regência de Agostinho Fonseca, Faixa 17 do CD "Sinfonia Amazônica - Vol. 1".
Letra: Paulo Rodrigues dos Santos (1948)
Música: Wilson Fonseca (1941)
Santarém do meu coração!
Terra mimosa, de paz e de sonhos de amor.
Santarém do meu coração!
Lindo jardim, vivaz canteiro do Céu todo em flor.
Santarém, princesa da luz,
De praias alvas e campinas verdes, rio de anil,
Onde flutuam iáras mil,
Loucas, ao léu na onda azul.
Santarém, meu jardim, meu Pará, Meu Brasil.
Flor das margens virentes,
Formosas, ridentes,
Do meu Tapajós azul
- Azul como o Céu -
Quero cantar meu torrão, Santarém,
Terra de encantos, de amor e de luz,
Onde o Cruzeiro sem véu
Espelha a sombra da Cruz
No Céu.
O player a seguir possibilita-os ouvir o Hino de Santarém conduzido pela Orquestra Jovem Wilson Fonseca sob a regência de Agostinho Fonseca, Faixa 17 do CD "Sinfonia Amazônica - Vol. 1".
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