Mostrando postagens com marcador belezas naturais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador belezas naturais. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Pôr-do-sol visto da Ilha do Amor em Alter-do-Chão



Filme que registra um lindo espetáculo da natureza: o pôr-do-sol visto da Ilha do Amor, na vila balneária de Alter-do-Chão, município de Santarém, estado do Pará, Brasil. Peço desculpas pelo amadorismo, o filme não está lá essas coisas, pois eu estava preparado apenas para contemplar o por-do-sol e decidi ligar a câmera e ajustá-la às pressas. Ao fundo está o rio Tapajós cuja a outra margem de tão distante não pôde nem ser registrada pela câmera. A trilha sonora que acompanha o vídeo é a música "Eterna Melodia" tocada por Sebastião Tapajós e Gilson Peranzzetta. Prestem atenção nos peixinhos que ficam saltando, parece que eles também queriam contemplar o pôr-do-sol.

domingo, 24 de maio de 2009

Antes e Depois: Orla de Alter do Chão

A nova orla de Alter do Chão deu uma nova cara à vila balneária, com obras de iluminação pública, pavimentação, construção de praça, quiosque, calçamento e paisagismo. As obras de revitalização da orla de foram executadas pelo Governo do Estado, através da Secretaria Executiva de Desenvolvimento Urbano e Regional (Sedurb), e faz parte do Programa Pará Urbe, financiado com recursos do governo do Estado e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Podemos observar nas imagens do antes (esquerda) e depois (direita).

ANTES (INÍCIO DA DÉCADA DE 90)DEPOIS (2008)








quinta-feira, 21 de maio de 2009

Alter do Chão




Alter-do-Chão (imagem acima) é uma vila do município de Santarém, Estado do Pará, sendo um balneário muito procurado por turistas que visitam a Amazônia brasileira. Assim como outros lugares do Estado, deve seu nome a uma vila portuguesa chamada Alter do Chão. A história da vila de Alter do Chão tem suas origens a partir da colonização dos índios Boraris, os primeiros habitantes da região. É banhada pelo rio Tapajós e, durante a época de estiagem, surge um deslumbrante cenário de praias de areias finas com águas límpidas e transparentes. Recentemente foi eleita uma das melhores praias do Brasil, pelo jornal inglês The Guardian. Durante a seca, surge uma faixa de areia em frente a vila, que acabou sendo chamada de "Ilha do Amor". Na "Ilha do Amor" montam-se vários bares para servir os turistas, que atravessam o rio por meio de pequenas canoas, conhecidas por catraias. O nascer e o pôr-do-sol são magníficos espetáculos da natureza em Alter-do-Chão'. A seguir temos a imagem da Ilha e das catraias atravessando os turistas.




A seguir um vídeo que fala mais sobre essa vila balneária:

sábado, 9 de maio de 2009

SBT Reporter: Santarém


No dia 1º de Abril o programa jornalístico SBT Reporter do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) transmitiu um documentário cujo o tema é a cidade de Santarém, a nossa Pérola do Tapajós, suas belezas naturais e cultura.

O vídeo na íntegra pode ser assistido no sítio do programa (http://www.sbt.com.br/sbtreporter/).

A seguir você pode assistir ao mesmo vídeo, dividido em 6 partes.

Parte 1:


Parte 2:


Parte 3:


Parte 4:


Parte 5:


Parte 6:

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Floresta Nacional do Tapajós



A Floresta Nacional do Tapajós foi a primeira Flona criada na Amazônia, criada pelo Decreto n° 73.684 de 19/02/1974, pelo General Emílio Médici, com uma área aproximada de 600 mil hectares na margem direita do Rio Tapajós - municípios de Santarém, Aveiros e Rurópolis. Em 1996, com a criação do município de Belterra, a maior parte da Flona passou a pertencer a esse município.

Sendo criada de forma autoritária em 1974, a presença das populações tradicionais (ribeirinhos, caboclos e índios) não era admitida na Flona. A legislação naquele tempo tinha uma única receita para a presença humana no interior das áreas: a desapropriação. Conforme relatado em artigo encontrado na Internet, esse incidente gerou uma série de conflitos e comunidades que secularmente faziam uso dos recursos da floresta começaram a perder seu próprio sustento, conforme descreve o trecho:

“ É cedo da manhã. Uma sirene toca. O som vem do rio.... as pessoas que já estão de pé, reconhecem o aviso, abandonam suas casas rapidamente e correm para a mata, levando suas crianças, seus velhos e alguns poucos pertences. A cena ainda hoje está na memória dos moradores das comunidades ribeirinhas da Floresta Nacional do Tapajós (Flona), interior do Estado do Pará, Amazônia brasileira. Corria o ano de 1978 e essa abordagem era a melhor estratégia usada na época pelo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal, o antigo IBDF, para fazer com que as populações moradoras da Flona deixassem de viver na floresta. Os barcos trazendo os funcionários do IBDF chegavam nas comunidades às margens do rio Tapajós, ligavam as sirenes para surpreender as famílias. E, assim, anunciavam que tinham vindo para desapropriar os moradores de suas terras...”




Esse impasse foi aos poucos sendo resolvido a partir de 1994, com o Decreto de Regulamentação das Florestas Nacionais. Diálogos entre o IBAMA e as populações ribeirinhas ajudaram na elaboração do Plano de Manejo. Hoje a FLONA é habitada por aproximadamente 1.100 famílias (estimam-se 6.000 habitantes) que vivem nas cinco áreas habitadas definidas pelo plano de manejo da unidade, elaborado em 2004. São caracterizadas principalmente por serem populações tradicionais que já viviam na área antes de sua criação, mas também com muitas habitantes provenientes de migração posterior. Estão distribuídas atualmente em 28 comunidades, uma sede municipal e em alguns lotes isolados ao longo da BR-163 (distribuídos em 1972 e 1973 pelo INCRA); vivem principalmente da pesca, da caça, do cultivo de mandioca, milho, arroz e feijão para subsistência, da criação de animais e da extração de produtos florestais não-madeireiros.

A seguir você pode ouvir uma música que retrata a vida do caboclo e seu relacionamento com a floresta.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Rio Tapajós



O Rio Tapajós é um rio brasileiro que nasce no estado de Mato Grosso, que banha parte do estado do Pará e que deságua no rio Amazonas ainda no estado do Pará. Possui 1.992 km de extensão, nasce nas divisas dos Estados do Pará, Amazonas e Mato Grosso. Possui águas claras devido ter suas cabeceiras nos escudos cristalinos pré-cambrianos. Drenam solos muito intemperizados e suas águas não são tão ácidas; a carga de material em suspensão é pequena tornando suas águas claras.

Na sua foz - em frente a Santarém - o rio Tapajós faz um espetáculo a parte junto com o rio Amazonas. As águas ocre-argilosas do rio Amazonas e as verde-azuladas do rio Tapajós correm paralelamente por alguns quilômetros, sem se misturarem. A explicação científica desta comtemplação da natureza se dá devido às diferenças de composição, densidade e temperatura das águas dos rios e como conseqüência as águas dos rios não se misturam. Vejam imagem a seguir.



O que mais chama a antenção em toda a extensão do rio Tapajós são as suas belíssimas praias que surgem no período de estiagem (Junho a Outubro). As praias são uma verdadeira febre no quente verão amazônico. Com o fim das chuvas, os rio diminui seu volume de água, deixando à mostra quase 100 km lineares de praias de areias brancas ou amareladas, ao longo de ambas as margens, constituindo-se em atrações turísticas. Clique na imagem a seguir para visualizar um pouco dessas praias, partindo-se de Santarem.



Clique aqui